Calendário da Restituição do Imposto de Renda 2026: Veja as Datas e Quem Recebe Primeiro
A Receita Federal já divulgou o calendário da restituição do Imposto de Renda 2026, referente aos rendimentos de 2025. O prazo para envio da declaração vai de 23 de março até 29 de maio de 2026.
Após o encerramento das entregas, começam os pagamentos das restituições para os contribuintes que tiverem valores a receber.
Como funciona a restituição do Imposto de Renda?
A restituição funciona como um reembolso. Isso acontece quando o contribuinte pagou mais imposto do que deveria ao longo do ano.
Algumas despesas podem reduzir o valor do imposto devido, como:
- Gastos com saúde;
- Educação;
- Dependentes;
- Pensão alimentícia;
- Entre outras despesas dedutíveis.
Quando o valor pago é maior do que o necessário, a Receita Federal devolve a diferença ao contribuinte.
Datas da Restituição do IR 2026
O calendário oficial da restituição ficou definido da seguinte forma:
1º lote: 29 de maio de 2026
2º lote: 30 de junho de 2026
3º lote: 31 de julho de 2026
4º lote: 31 de agosto de 2026
Segundo a Receita Federal, quem entregar a declaração corretamente e sem pendências deve receber até o último lote.
Quem recebe primeiro a restituição?
A Receita segue uma ordem de prioridade para os pagamentos.
Recebem primeiro:
Idosos acima de 80 anos;
Idosos acima de 60 anos;
Pessoas com deficiência ou moléstia grave;
Professores cuja principal renda seja o magistério;
Quem usar declaração pré-preenchida e optar pelo PIX com CPF;
Demais contribuintes, conforme a data de envio e processamento da declaração.
Por isso, entregar a declaração o quanto antes pode fazer diferença no recebimento.
Como receber a restituição por PIX?
Desde 2022, a Receita Federal permite receber a restituição via PIX.
Mas existe uma regra importante:
A chave PIX precisa ser obrigatoriamente o CPF do titular da declaração.
Caso outro tipo de chave seja informado, o pagamento pode ser bloqueado e precisar de reagendamento.
Em qual conta posso receber a restituição?
O valor pode ser depositado em:
Conta corrente;
Conta poupança;
Conta de investimento;
Bancos digitais;
Conta conjunta em que o contribuinte seja titular.
A Receita não permite o depósito em conta de terceiros.
Não recebeu sua restituição? Veja os possíveis motivos
Se a restituição não caiu na conta na data prevista, alguns fatores podem ter ocorrido:
Declaração retida em malha fina;
Dívidas pendentes com a Receita;
Dados bancários incorretos;
Problemas na conta informada;
Seu lote ainda não foi liberado.
Nesses casos, é importante consultar a situação da declaração no portal e-CAC ou no aplicativo da Receita Federal.
Fique atento para evitar problemas
A melhor forma de evitar atrasos, malha fina e dores de cabeça é organizar a documentação com antecedência e preencher a declaração corretamente.
Além disso, acompanhar o calendário da restituição ajuda no planejamento financeiro e evita imprevistos.
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Declaração do Imposto de Renda 2026 IRPF: novas regras, prazos e quem precisa declarar
Receita Federal confirma novas diretrizes para isenção de IR na distribuição de lucros no Simples Nacional
A Receita Federal divulgou a Solução de Consulta Cosit nº 244/2025, esclarecendo oficialmente como funciona a isenção do Imposto de Renda sobre a distribuição de lucros feita por empresas optantes pelo Simples Nacional. A orientação reforça um ponto essencial para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP): a escrituração contábil regular continua sendo o principal requisito para garantir a isenção integral.
O que muda na prática?
De acordo com o entendimento do órgão, quando a empresa mantém balanços contábeis atualizados, é possível distribuir aos sócios valores superiores ao limite de isenção previsto na Lei Complementar nº 123/2006, sem retenção de IR na fonte.
Ou seja:
Quem possui contabilidade completa pode distribuir todo o lucro efetivamente apurado, de forma isenta.
Já para os negócios que não realizam escrituração contábil detalhada, a regra permanece mais restrita. Nesses casos, o valor isento fica limitado ao cálculo feito com base nos percentuais do art. 15 da Lei nº 9.249/1995, aplicados sobre a receita bruta — com a dedução da parcela do Simples Nacional relacionada ao IRPJ.
Como declarar na pessoa física?
A Receita Federal reforçou que, na declaração anual do sócio, deve ser informado como isento:
-
O lucro total anual apurado pela contabilidade, quando houver escrituração;
-
Ou, na falta dela, o valor máximo permitido por lei, calculado sobre a receita bruta anual.
Além disso, o órgão lembrou que, caso a empresa deseje distribuir lucros ao longo do ano, é necessário que essa prática esteja expressamente prevista no contrato social.
O que isso significa para pequenas empresas?
Para quem está no Simples Nacional, a mensagem é clara:
ter contabilidade organizada não é apenas uma obrigação, é um benefício financeiro direto.
A escrituração completa permite:
-
Distribuição de lucros 100% isenta de IR;
-
Segurança jurídica na movimentação financeira;
-
Melhor gestão dos resultados do negócio;
-
Proteção em fiscalizações.
Se você é empreendedor e deseja entender como garantir essa isenção de forma correta, a NTW Contabilidade Recife oferece suporte completo desde a organização contábil até o acompanhamento mensal da sua empresa.
Entre em contato e mantenha sua empresa sempre dentro das regras, com segurança e tranquilidade.
Novas regras do Simples Nacional: faturamento do CPF agora entra no limite do MEI
Novas regras do Simples Nacional: faturamento do CPF agora entra no limite do MEI
O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) publicou recentemente a Resolução nº 183/2025, trazendo mudanças importantes para quem é Microempreendedor Individual (MEI).
A nova norma promete mais transparência e controle, mas também exige mais atenção dos empreendedores que conciliam atividades como MEI e autônomos.
O que mudou
A partir de agora, o limite anual de faturamento do MEI (R$ 81 mil) passa a considerar não só a receita do CNPJ, mas também a renda obtida no CPF do empreendedor como contribuinte individual.
Em outras palavras: se você atua como MEI e também faz serviços como autônomo, esses valores serão somados.
Exemplo prático:
Se o seu CNPJ do MEI fatura R$ 70 mil e você, como pessoa física, recebe mais R$ 20 mil em serviços, o total será de R$ 90 mil.
Esse valor ultrapassa o teto permitido, e o resultado pode ser o desenquadramento do regime, obrigando sua migração para Microempresa (ME).
Risco de desenquadramento
Essa nova regra tem o objetivo de coibir fraudes e distorções fiscais, mas também acende um alerta: muitos empreendedores podem ultrapassar o limite sem perceber.
O desenquadramento do MEI implica em mais tributos, obrigações acessórias e custos administrativos.
Por isso, ficar de olho no faturamento total CNPJ + CPF é essencial para evitar surpresas desagradáveis com a Receita Federal.
A importância da gestão unificada
Agora, mais do que nunca, é hora de organizar suas finanças e registros de forma integrada.
Não basta controlar apenas o que entra pelo CNPJ: é preciso acompanhar todas as receitas pessoais e profissionais.
Manter o controle é o que vai garantir que você continue crescendo com segurança e dentro da lei.
Conclusão
Essa mudança é um marco importante para o sistema tributário e exige atenção redobrada.
Empreender é sinônimo de liberdade, mas essa liberdade só é sustentável com organização e acompanhamento contábil eficiente.
Conte com a NTW Recife para entender cada detalhe e manter seu negócio regularizado, com estratégias que te ajudam a crescer de forma saudável
Vigilância sobre o PIX quando há indícios de operações ilícitas.
Receita Federal nega vigilância sobre o Pix e reforça foco no combate a fraudes
Receita nega acesso a dados de transações individuais
Desinformação sobre vigilância financeira
Atuação legítima no combate a fraudes financeiras
Fake news enfraquecem o combate à criminalidade
Cooperação entre órgãos e transparência fiscal
Proteção de dados e sigilo garantidos por lei
Transparência e segurança jurídica
Em resumo:
Os principais erros na declaração do IR (Imposto de Renda)
O Imposto de Renda é uma das obrigações tributárias mais importantes do cidadão brasileiro.
No entanto, ano após ano, milhões de brasileiros enfrentam dificuldades ao lidar com a declaração, especialmente devido à falta de informação sobre a documentação necessária. Essa desinformação não apenas gera insegurança, como também pode acarretar penalidades severas, como multas ou a inclusão na malha fina da Receita Federal.
A maior parte da população não é orientada desde cedo sobre como lidar com tributos. A falta de clareza sobre esses itens faz com que muitos brasileiros deixem de declarar informações importantes ou o façam de maneira incorreta. Pessoas com acesso limitado à internet encontram barreiras para compreender suas obrigações tributárias.
Saber como lidar com sua vida financeira é essencial para sua vida pessoal! Busque por profissionais da contabilidade que criam campanhas acessíveis, didáticas e contínuas, voltadas a todas as faixas etária, para te orientar. Os erros que acontecem ao declarar o Imposto de Renda não é apenas um problema individual, mas um reflexo da falta de acesso sobre o conhecimento fiscal.
Quais Documentos Você Deve Separar para a Declaração do Imposto de Renda em Recife?
Quais Documentos Você Deve Separar para a Declaração do Imposto de Renda em Recife?
1. Documentos Pessoais
2. Comprovantes de Renda
3. Despesas Dedutíveis
4. Bens e Direitos
5. Outros Documentos Importantes
O que é e como emitir o carnê-leão 2024
O carnê-leão é um sistema de recolhimento mensal obrigatório de Imposto de Renda de pessoas físicas. Ele deve ser preenchido mensalmente por aqueles que recebem rendimentos superiores a R$ 2.112 de outras pessoas físicas.
De modo geral, o documento é preenchido por trabalhadores que não têm carteira assinada e, por isso, não contribuem mensalmente através do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), mas também é muito comum para quem recebe pensão ou é locador de imóveis.
Como funciona o carnê-leão
O carnê-leão funciona como se fosse o recolhimento do tributo que deveria ser retido na fonte, caso a fonte pagadora da pessoa física fosse, na verdade, uma pessoa jurídica.
O sistema é usado principalmente por:
- profissionais autônomos e liberais;- pessoas físicas que recebem pensão alimentícia;
- valores recebidos do exterior ou;
- valores recebidos através do aluguel de imóveis.
O contribuinte deve preencher o documento todos os meses e, quando houver imposto devido, deve pagá-lo até o último dia útil do mês seguinte ao do recebimento. Em outras palavras, o funcionamento é semelhante a um livro-caixa: ao preencher o sistema de recolhimento, o contribuinte registra todas as movimentações financeiras que ocorreram mensalmente.
Ele também permite deduções, sendo possível abater da base de cálculo do imposto as despesas com:
- dependentes;
- pensão alimentícia;
- contribuição ao INSS;
- aquelas que a pessoa física tem para exercer a atividade profissional.
Como preencher e pagar o carnê-leão
FONTE: G1
Qualquer empresa pode terceirizar o financeiro? Entenda o BPO Financeiro!
"O BPO financeiro, ou Terceirização de Processos Financeiros, pode ser uma ótima opção para empresas de diversos portes e segmentos, desde startups até grandes corporações."
Veja agora se o BPO financeiro é indicado para sua empresa:
1 - É indicado para empresas que não possuem equipe interna de finanças ou possuem uma equipe com recursos limitados. Nesses casos, o BPO pode suprir a falta de expertise ou capacidade de lidar com todas as atividades financeiras da empresa.
2 - Desejam reduzir custos: A terceirização pode ser mais econômica do que manter uma equipe interna de finanças, especialmente para empresas de pequeno e médio porte.
3 - EmpresasQuerem aumentar a eficiência e a produtividade: O BPO pode ajudar a otimizar os processos financeiros da empresa, liberando tempo e recursos para que a equipe interna possa se concentrar em atividades mais estratégicas.
4 - Precisam de expertise especializada: As empresas de BPO financeiro possuem profissionais experientes e qualificados em diversas áreas financeiras, como contabilidade, fiscal, folha de pagamento, custos e controle do fluxo de caixa.
5 - Buscam maior controle e segurança das informações financeiras: As empresas de BPO geralmente possuem ferramentas e tecnologias avançadas para garantir a segurança e o sigilo das informações financeiras da empresa.
6 - Querem se preparar para o crescimento: O BPO pode ajudar a empresa a se preparar para o crescimento futuro, fornecendo uma estrutura escalável e flexível para suas necessidades financeiras.
É importante ressaltar que o BPO financeiro não é uma solução para todos os problemas. Antes de contratar um serviço de BPO, a empresa deve avaliar cuidadosamente suas necessidades e objetivos e verificar se o BPO é a melhor opção para o seu caso.
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Como diminuir os custos da sua empresa com BPO Financeiro?
1 - Mão de obra: O BPO elimina a necessidade de contratar, treinar e manter uma equipe interna de especialistas em finanças, reduzindo significativamente os custos com salários, encargos sociais e benefícios.




